21 de julho de 2026
por Hermes

Quando o preço deixa de ser apenas um número

Por ABAAST – Associação Brasileira de Autoatendimento, Serviços & Tecnologia Durante décadas, a etiqueta de preço foi apenas um elemento informativo no varejo. Hoje, ela se tornou parte da estratégia comercial, da experiência do consumidor e da capacidade de uma empresa responder rapidamente às mudanças do mercado. Em um ambiente onde promoções, estoques e comportamento […]

 

Por ABAAST – Associação Brasileira de Autoatendimento, Serviços & Tecnologia

Durante décadas, a etiqueta de preço foi apenas um elemento informativo no varejo. Hoje, ela se tornou parte da estratégia comercial, da experiência do consumidor e da capacidade de uma empresa responder rapidamente às mudanças do mercado.

Em um ambiente onde promoções, estoques e comportamento de compra mudam constantemente, atualizar preços de forma manual já não acompanha a velocidade que o varejo exige.

É nesse contexto que as Etiquetas Eletrônicas (Electronic Shelf Labels – ESL) ganham protagonismo.

Mais do que substituir etiquetas de papel, essa tecnologia conecta o ponto de venda aos sistemas de gestão, permitindo atualizações em tempo real, maior precisão das informações e redução de falhas operacionais. O resultado é um varejo mais eficiente, preparado para decisões rápidas e experiências de compra mais consistentes.

Mas talvez o maior impacto esteja na transformação da operação. Quando as equipes deixam de dedicar horas a processos repetitivos, ganham tempo para focar naquilo que realmente gera valor: atendimento, estratégia comercial e relacionamento com o cliente.

Essa é uma tendência que acompanha a evolução do autoatendimento, da automação comercial e do varejo inteligente. Tecnologias que antes eram vistas como diferenciais competitivos passam, cada vez mais, a fazer parte da infraestrutura necessária para empresas que desejam crescer de forma sustentável.

Na visão da ABAAST, fortalecer esse ecossistema significa incentivar a adoção de soluções que aumentem a produtividade, impulsionem a inovação e preparem o mercado brasileiro para os próximos desafios.

A questão já não é apenas se vale a pena investir em tecnologias como as Etiquetas Eletrônicas.

A pergunta que o mercado começa a responder é outra:

Qual será o custo de permanecer operando da mesma forma enquanto o varejo evolui?

Porque, no futuro do varejo, velocidade, integração e inteligência operacional deixarão de ser diferenciais. Serão requisitos para competir.

   

Veja também

2 de maio de 2024

Terceiro evento da AMLABS Operadores de vending & Micromarket (2022)

No evento foi apresentado a Associação de Vending Machines onde houve a oportunidade de também rever operadores e amigos de longas datas do ramo.

Leia mais
11 de agosto de 2026

27 de agosto: Dia Nacional da Vending Machine celebra a evolução de um mercado que não parou no tempo

27 de agosto: Dia Nacional da Vending Machine celebra a evolução de um mercado que não parou no tempo Das primeiras máquinas acionadas por moedas e fichas aos equipamentos conectados, com pagamentos digitais, telemetria e gestão remota, as vending machines atravessaram gerações e se transformaram em verdadeiros pontos de varejo automatizado. Por ABAAST — Associação […]

Leia mais
15 de setembro de 2026

O futuro do vending brasileiro também passa pelas conexões internacionais

Na ASEAN SHOP 2026, na Malásia, Hermes Pires amplia o diálogo entre a ABAAST e representantes do mercado australiano e asiático de autoatendimento. Em um mercado cada vez mais orientado por tecnologia, conveniência e disponibilidade, acompanhar tendências internacionais deixou de ser apenas uma oportunidade de atualização. Tornou-se parte da estratégia de quem deseja compreender os […]

Leia mais